2015/06/03
Completamente Perdido
PS: É possível comentarem como anónimo. Aceito críticas, não insultos.
2012/09/28
Qual é coisa qual é ela que deixa ver mas não deixa saber quem vê?
2012/09/12
Sou daltónico!
2011/05/11
You feel pressure? I don't feel pressure!
2010/09/07
É fácil ser imperfeito
E para mim é muito fácil errar. Basta o seguinte exemplo para demonstrar o que é para mim um erro ou algo imperfeito: começar a escrever um post sempre da mesma maneira.
Neste blogue, nem tenho perdido muito tempo a pensar nisso. Mas posso dar-vos um exemplo concreto do que é começar algo sempre da mesma maneira e portanto sem variar. Reparem então no programa de rádio Governo Sombra. O coordenador do programa é Carlos Vaz Marques, e ele começa cada programa da mesma maneira, sempre! "Esta semana...", "Esta semana...", "Esta semana...". Isto irrita-me verdadeiramente! Será que ele tinha de começar todos aqueles programas da mesma maneira?! Bom, dantes ele tinha outra maneira; dizia sempre, "Viva sejam bem-vindos", "Viva sejam bem-vindos", "Viva sejam bem-vindos". Cada vez que começava o programa era certo que só iria ouvir da boca dele palavras novas a seguir a um "Viva sejam bem-vindos"... Aquilo já nem pareciam palavras distintas, parecia antes um som estranho e complexo.
E é este tipo de pormenores a que chamo de imperfeição.
Aparte: Imperfeito foi também este post em comparação com os outros. Não me importei tanto com as imperfeições do texto. Refiro-me à escrita em geral: às vírgulas, ao vocabulário, à estrutura do texto, etc. Mas pelo menos escrevi algo e consegui arranjar coragem para publicar. :)
2010/04/30
Doze meses de Blogue, dez posts
Caras pessoas, o blogue do Jorge fez entretanto um ano. Se ele se apercebe que tem um blogue já com um ano e com uma média de 0,8 posts por mês é capaz de lhe chegarem as lágrimas aos olhos. Nem uma dúzia de posts...
Com isto eu poderia achar que o Jorge não tem muita coisa para dizer ao mundo. É que até podia ser o mundo que não quisesse saber o que ele tem para dizer, mas não. O mundo comentou setenta por cento de tudo o que ele disse! Não sabem o quanto ele ficará contente quando lhe falar nesta estatística. Ele não consegue ficar indiferente assim que recebe um comentário. Lê e responde praticamente a todos, tenta descobrir os comentadores anónimos ou visita os que têm blogues. Enfim, ele quer saber tudo o que as pessoas pensam acerca dele e do que escreve e tendo em conta a pessoa que está por detrás do comentário.
Entretanto vou ver se o encontro para lhe dizer que tem mais um post no blogue e que a partir deste momento podem chegar novos comentários!
2010/02/16
Tenho um blogue inteiro na cabeça que não consegue sair!
Escrevo praticamente sobre tudo e quase todos os dias, senão todos, mas ninguém o lê a não ser eu. Não há nada que escreva sem um comentário meu a contradizer com argumentos de igual peso aquilo que acabo de escrever. Cada escrita gera uma batalha de neurónios que não para. Provavelmente nem é uma batalha, assemelha-se antes a uma guerra que tudo indica ser possível de abrandar quando uma mulher da minha década senão da debaixo estender os seus lábios até à mais pequena fracção de distância dos meus e aí eu juro avançar o que faltar para ser como um pássaro durante um tempo que mesmo sendo pequeno será vivido até que se apague o último neurónio.
2009/12/06
"Tudo que faço ou medito"
Hoje, véspera de teste de português, na minha revisão, redescobri o bendito e pensei: tenho que por isto no blogue! Boa deixa para o reavivar e poupar palavras (muitas!).
Aqui fica então o dito cujo com o meu obrigado a Fernando Pessoa (ortónimo) :P
Tudo que faço ou medito
Fica sempre na metade.
Querendo, quero o infinito.
Fazendo, nada é verdade.
Que nojo de mim me fica
Ao olhar para o que faço!
Minha alma é lúcida e rica,
E eu sou um mar de sargaço -
Um mar onde bóiam lentos
Fragmentos de um mar de além...
Vontades ou pensamentos?
Não o sei e sei-o bem.
2009/11/01
Exame de Código já é passado! Próximo!
Na quinta-feira passada, 29 de Novembro, passei com sucesso no Exame de Código (uma resposta errada). Foi uma grande surpresa, dado que os resultados dos testes de treino andavam muito aquém do necessário para passar. Cheguei mesmo a errar sete questões uns dias antes!
Nesse dia, ainda antes do exame, fiz mais dois testes. Num errei uma questão, no outro, errei duas. Esses resultados foram os melhores que tinha conseguido durante a semana o que me faz levantar a moral e ganhar confiança.
À tarde foi o exame. Era meio-dia quando parti da Almacoop (Almada) com mais sete pessoas, também para fazerem exame, com destino a Setúbal. Fomos todos numa carrinha da escola e apesar de praticamente ninguém se conhecer não foi razão suficiente para impedir que se falassem de temas como a 5ª edição do Salão Erótico de Lisboa (que se realiza este fim-de-semana). Achei ainda mais curioso ser uma mulher a dar início à conversa, e apesar de não ter participado nela, registei tudo com entusiasmo (como todo o homem).
Entretanto chegámos ao IMTT, antiga DGV (Direcção Geral de Viação), onde nos juntámos a mais umas 10 pessoas, vindas de outras escolas, que se preparavam para fazer o mesmo que nós. Começamos a entrar para a sala de exame. Havia computadores para todos e portanto começamos todos ao mesmo tempo. Para quem não sabe, o exame é composto por 30 questões de escolha múltipla e 30 minutos para responder.
O exame correu-me sem sobressaltos e com concentração. Numa primeira leva respondi às que tinha a certeza de estarem correctas, evitando mais tarde confundir com as respostas sem certeza. E só depois, com mais tempo para pensar, respondi às restantes. Foi importante distribuir bem o tempo o que permitiu rever várias vezes. No final ainda esperámos 5 minutos até que a examinadora nos desse a qualificação. Nessa altura estava um bocado nervoso apesar de achar que tinha corrido bem, mas como nem sempre é razão para garantir bons resultados não me quis convencer que estava tudo controlado.
A examinadora referiu que iria dizer primeiro os nomes de quem tinha sido aprovado e depois os que não tinham sido. E foi aí que comecei a desesperar, mesmo! Já tinham passado mais de uma dezena de nomes e nada. Até que ele diz "e" (dando a entender que era o último nome dos aprovados): Jorge Tuna! Grande suspense mas tudo acabou bem. A vida é bela!
Mais doloroso foi passar no teste de código que referi no post anterior. Esse teste servia de "passaporte" para começar com as aulas de condução. Mas em Setembro lá consegui aprovar-me. :-)
Desde então tenho ido às aulas de condução ininterruptamente. Na sexta-feira passada foi a minha 17ª aula (faltam 15 para fazer as 32 obrigatórias) estando a ir três vezes por semana (é a disponibilidade do instrutor). No entanto queria mesmo evitar passar o prazo de dois anos que tenho para fazer a carta (termina no início de Janeiro), o que acarretaria custos, testes médicos entre outros. Para isso, tenciono pedir Exame de Condução no começo de Dezembro e quem sabe (eu sei!) passar também a condução à primeira.
Bom, já me alonguei mais do que queria. Tenho também outras coisas a tratar, tão ou mais importantes, como é a escola que neste momento deve ser a prioridade máxima.
2009/08/28
Aulas de Código e Início à Estrada
Ontem aproveitei para fazer uma revisão geral à matéria do teste. Para quem não sabe, o livro do código de estrada está dividido em seis temas, sendo que o primeiro (o do teste que vou fazer) é muito maior que os outros. São 150 páginas só do primeiro tema num livro de 290.
Quanto aos testes em si, são muito semelhantes aos dos exames de código. São compostos por 30 perguntas de escolha múltipla (ou duas ou três alternativas) e 30 minutos para executá-lo. Depois de concluído, o computador permite, rever onde erramos.
Apesar de ainda não ter começado com as aulas de condução já experimentei algumas vezes conduzir com carros de familiares. Experimentei um monovolume com 5,10 metros de comprimento (não podia haver melhor começo, devo dizer) com caixa automática de 4 velocidades, uma carrinha tipo Audi A4 (era mesmo Audi A4 mas não convinha dizer) de 6 velocidades e um Honda Accord de 5 velocidades. Ah! e uma moto4 de 350cc.
De resto, e talvez o mais valioso, foi a experiência que tive em andar de karts no ano passado. Andei 4 vezes no Kartódromo Internacional de Palmela e uma no de Évora. Quanto a provas de kart só fiz uma (em Palmela) que por sinal correu bem no início (por ter ganho a Pol Position contra 20 jovens adultos para cima de 23 anos) e correu mal porque escolhi um capacete grande de mais o que permitiu que tivesse os óculos aos pinotes dentro do capacete obrigando o joca-joca a a ter que parar por mais que uma vez!
2009/08/12
Missão Cumprida!
Bom, o que interessa neste momento é acabar a carta o mais depressa possível, o prazo está a aproximar-se (inícios de Janeiro) e portanto nada pode falhar. Hoje e amanhã vou estudar para um teste que me autoriza a começar com as aulas de condução (sim, ainda não comecei com as aulas de condução) e pagar a última prestação da carta. Resta-me rezar para que a burocracia da escola de condução, da Direcção Geral de Viação e de todas as instituições ligadas ao processo de obtenção de Licença de Condução não demorem a tratar do assunto, caso contrário estou bem entalado.
Fiquem bem! :-)
2009/08/11
De volta!
Durmam bem.
2009/03/23
Benfica-Sporting ou vice-versa (decidam vocês)
Não se habituem, mas cá vai :-)
Eu nem dou grande importância ao futebol (se lhe dessem menos eu daria mais certamente!), mas juro que cheguei a torcer por Lucílio Baptista! Tal como eu, Lucílio é cliente habitual (pelo menos era) num restaurante no Monte da Caparica – Cabrinha II – e por eu não ser, nem do Sporting nem do Benfica, fiquei do lado dele.
Lembro-me de na hora do lanche (Cerelac para os mais curiosos) olhar para a televisão e aperceber-me de uma antevisão do caneco! Era um jogo para disputar uma taça e as equipas eram Sporting e Benfica (ando tão desligado disto ;)) Viam-se helicópteros (tiveram de reabastecer e tudo!), jornalistas em diferentes pontos do estádio a fazer entrevistas, (tão repetitivas quanto conseguiam, devo acrescentar) enfim, tudo ao barulho para fazer aparato e mais não sei o quê. Em jogos destes já percebi a tradição…
Entretanto fui fazer umas coisas que já nem me lembro (nada de jeito garantidamente) e recordo-me de chegar à sala de estar, já no final da 1.ª Parte e perguntar quanto estava. 0-0 responderam. Logo a seguir fui jantar e comecei a prestar mais atenção. Na segunda parte o Sporting marca e pouco depois o pai do filho do Pedro Silva é acusado de mão na bola (ou braço, para vos ser sincero nem sei porque fazem tanta questão com o braço, com a cabeça fazem habilidades melhores!). Os árbitros estiveram que tempos a discutir, tanto com os auriculares como pessoalmente, (fiquei convencido de estarem a discutir o que era o jantar…era peru) se era ou não penalti. Nem percebi bem o porquê da discussão, eu com uma TV antiga e no quentinho vi que não era, eles no estádio com 18 câmaras não quiseram arriscar o visionamento das imagens, podiam perder contra a máquina. Parecia mesmo um desafio Homem vs Máquina!
Dali para a frente estive com o Sporting por uma questão de justiça. O Sporting não teve culpa de não conseguir remendar o erro do árbitro e acabou por perder.
Apesar de o Benfica ter “adquirido” a Taça fiquei com o cérebro reticenciado em relação ao jogo: o Sporting podia ter ganho se não houvesse penalti e o Benfica apesar da desvantagem, e consequente menor probabilidade de vitória, podia ainda assim ter empatado ou até ganho sem serem precisas grandes penalidades, e é aqui que entra o indecifrável destino.
2009/03/20
Matemática
Avançando. O título de hoje vem como referência a uma insatisfação minha e de outros colegas, julgo eu:
O ministério da educação reforçou recentemente o número de testes intermédios a serem feitos na disciplina de matemática ao longo do ano lectivo. São agora três. O segundo foi entregue à dias e o que é facto é que pelo menos a nível de escola os resultados foram péssimos, o que veio contrariar o teste equivalente no primeiro período. Em quase trinta alunos houve apenas duas positivas, (juro que a minha memória não retém outra situação semelhante) um 10 e um 19 curiosamente.
Hoje parte da aula foi dedicada à discussão do teste. Pensou-se em fazer um teste de recuperação, mas como houve pessoal que temeu baixar a negativa (como é possível!) e ainda conseguiram meter-se na posição de quem tinha tido positiva (podiam baixar a nota) foi a gota de água para influenciar a decisão final: NÃO! Mas o que mais me admirou foi a professora insistir que o departamento exigia que os testes de recuperação fossem feitos por todos os alunos.