Eu sei que pode parecer milagre, mas a verdade é que já frequentei todas as aulas de código obrigatórias (28). A próxima tarefa a realizar será passar no teste de código do tema 1 para poder começar com as aulas de condução. No outro dia fui fazer este teste mas reprovei por uma unha. Graças a Deus que estes testes não são compromissivos, caso contrário já tinha desembolsado bom dinheiro, pois, no ano passado fiz este teste umas três vezes mesmo sem estudar e obviamente o resultado não chegou (talvez por saber que não pagava mais por isso).
Ontem aproveitei para fazer uma revisão geral à matéria do teste. Para quem não sabe, o livro do código de estrada está dividido em seis temas, sendo que o primeiro (o do teste que vou fazer) é muito maior que os outros. São 150 páginas só do primeiro tema num livro de 290.
Quanto aos testes em si, são muito semelhantes aos dos exames de código. São compostos por 30 perguntas de escolha múltipla (ou duas ou três alternativas) e 30 minutos para executá-lo. Depois de concluído, o computador permite, rever onde erramos.
Apesar de ainda não ter começado com as aulas de condução já experimentei algumas vezes conduzir com carros de familiares. Experimentei um monovolume com 5,10 metros de comprimento (não podia haver melhor começo, devo dizer) com caixa automática de 4 velocidades, uma carrinha tipo Audi A4 (era mesmo Audi A4 mas não convinha dizer) de 6 velocidades e um Honda Accord de 5 velocidades. Ah! e uma moto4 de 350cc.
De resto, e talvez o mais valioso, foi a experiência que tive em andar de karts no ano passado. Andei 4 vezes no Kartódromo Internacional de Palmela e uma no de Évora. Quanto a provas de kart só fiz uma (em Palmela) que por sinal correu bem no início (por ter ganho a Pol Position contra 20 jovens adultos para cima de 23 anos) e correu mal porque escolhi um capacete grande de mais o que permitiu que tivesse os óculos aos pinotes dentro do capacete obrigando o joca-joca a a ter que parar por mais que uma vez!