2009/08/28
Aulas de Código e Início à Estrada
Ontem aproveitei para fazer uma revisão geral à matéria do teste. Para quem não sabe, o livro do código de estrada está dividido em seis temas, sendo que o primeiro (o do teste que vou fazer) é muito maior que os outros. São 150 páginas só do primeiro tema num livro de 290.
Quanto aos testes em si, são muito semelhantes aos dos exames de código. São compostos por 30 perguntas de escolha múltipla (ou duas ou três alternativas) e 30 minutos para executá-lo. Depois de concluído, o computador permite, rever onde erramos.
Apesar de ainda não ter começado com as aulas de condução já experimentei algumas vezes conduzir com carros de familiares. Experimentei um monovolume com 5,10 metros de comprimento (não podia haver melhor começo, devo dizer) com caixa automática de 4 velocidades, uma carrinha tipo Audi A4 (era mesmo Audi A4 mas não convinha dizer) de 6 velocidades e um Honda Accord de 5 velocidades. Ah! e uma moto4 de 350cc.
De resto, e talvez o mais valioso, foi a experiência que tive em andar de karts no ano passado. Andei 4 vezes no Kartódromo Internacional de Palmela e uma no de Évora. Quanto a provas de kart só fiz uma (em Palmela) que por sinal correu bem no início (por ter ganho a Pol Position contra 20 jovens adultos para cima de 23 anos) e correu mal porque escolhi um capacete grande de mais o que permitiu que tivesse os óculos aos pinotes dentro do capacete obrigando o joca-joca a a ter que parar por mais que uma vez!
2009/08/12
Missão Cumprida!
Bom, o que interessa neste momento é acabar a carta o mais depressa possível, o prazo está a aproximar-se (inícios de Janeiro) e portanto nada pode falhar. Hoje e amanhã vou estudar para um teste que me autoriza a começar com as aulas de condução (sim, ainda não comecei com as aulas de condução) e pagar a última prestação da carta. Resta-me rezar para que a burocracia da escola de condução, da Direcção Geral de Viação e de todas as instituições ligadas ao processo de obtenção de Licença de Condução não demorem a tratar do assunto, caso contrário estou bem entalado.
Fiquem bem! :-)
2009/08/11
De volta!
Durmam bem.
2009/03/23
Benfica-Sporting ou vice-versa (decidam vocês)
Não se habituem, mas cá vai :-)
Eu nem dou grande importância ao futebol (se lhe dessem menos eu daria mais certamente!), mas juro que cheguei a torcer por Lucílio Baptista! Tal como eu, Lucílio é cliente habitual (pelo menos era) num restaurante no Monte da Caparica – Cabrinha II – e por eu não ser, nem do Sporting nem do Benfica, fiquei do lado dele.
Lembro-me de na hora do lanche (Cerelac para os mais curiosos) olhar para a televisão e aperceber-me de uma antevisão do caneco! Era um jogo para disputar uma taça e as equipas eram Sporting e Benfica (ando tão desligado disto ;)) Viam-se helicópteros (tiveram de reabastecer e tudo!), jornalistas em diferentes pontos do estádio a fazer entrevistas, (tão repetitivas quanto conseguiam, devo acrescentar) enfim, tudo ao barulho para fazer aparato e mais não sei o quê. Em jogos destes já percebi a tradição…
Entretanto fui fazer umas coisas que já nem me lembro (nada de jeito garantidamente) e recordo-me de chegar à sala de estar, já no final da 1.ª Parte e perguntar quanto estava. 0-0 responderam. Logo a seguir fui jantar e comecei a prestar mais atenção. Na segunda parte o Sporting marca e pouco depois o pai do filho do Pedro Silva é acusado de mão na bola (ou braço, para vos ser sincero nem sei porque fazem tanta questão com o braço, com a cabeça fazem habilidades melhores!). Os árbitros estiveram que tempos a discutir, tanto com os auriculares como pessoalmente, (fiquei convencido de estarem a discutir o que era o jantar…era peru) se era ou não penalti. Nem percebi bem o porquê da discussão, eu com uma TV antiga e no quentinho vi que não era, eles no estádio com 18 câmaras não quiseram arriscar o visionamento das imagens, podiam perder contra a máquina. Parecia mesmo um desafio Homem vs Máquina!
Dali para a frente estive com o Sporting por uma questão de justiça. O Sporting não teve culpa de não conseguir remendar o erro do árbitro e acabou por perder.
Apesar de o Benfica ter “adquirido” a Taça fiquei com o cérebro reticenciado em relação ao jogo: o Sporting podia ter ganho se não houvesse penalti e o Benfica apesar da desvantagem, e consequente menor probabilidade de vitória, podia ainda assim ter empatado ou até ganho sem serem precisas grandes penalidades, e é aqui que entra o indecifrável destino.