2012/09/28
Qual é coisa qual é ela que deixa ver mas não deixa saber quem vê?
A resposta certa é: "Facebook"! xD
2012/09/12
Sou daltónico!
Alguém viu hoje à noite a reportagem na RTP sobre o daltonismo?
Há uns valentes anos atrás quando a minha mãe me perguntou de que cor era um botão da máquina de lavar a louça respondi que era vermelho. Acontece que na verdade era verde. A minha mãe ficou espantada/assustada e chamou também o meu irmão Pedro para dizer de que cor era o botão. E não é que ele errou também?! Foi aí que descobrimos que nós, os filhos, éramos daltónicos. Anos mais tarde percebemos que também o meu irmão mais novo, o Francisco, era daltónico!
Somos os três e nem a minha Mãe nem o meu Pai são daltónicos! E não, não fomos adoptados nem trocados à nascença, simplesmente, segundo sei, o daltonismo vem do meu avô materno!
Na minha vida prática nunca tive assim uma situação muito complicada por ser daltónico, nem na estrada. Mas sempre que assumo o meu daltonismo é comum gerar-se à minha volta alguma curiosidade. Querem testar-me e alguns até me olham como se fosse algum extraterrestre.
Por outro lado, faço sempre questão de contar uma situação engraçada que tive com uma miúda há uns bons anos atrás. Depois de me ter testado uma série de vezes achou por bem pedir-me que lhe dissesse de que cor era a sua roupa interior! E dessa vez até acertei, era vermelha! :D Foi quando percebi que ser daltónico até era recompensador! :)
2011/05/11
You feel pressure? I don't feel pressure!
É isso mesmo, já não sinto pressão de escrever no blogue. Escrevo só se me der na cabeça, até me esqueço que ele existe. A partir de agora a personalidade do blogue mudou.
Queria só dizer que estou lixado ao querer passar um vídeo do PC para o telemóvel e na conversão o vídeo ficar ainda mais pesado que o original. Ainda por cima é para um telemóvel que tem logicamente muito menos memória que um PC! Qual é o sentido disto?!
2010/09/07
É fácil ser imperfeito
É curioso que por mais que tente escrever aqui com regularidade, pior é. Uma das coisas que me impede de escrever é o medo de errar. Seja no que for.
E para mim é muito fácil errar. Basta o seguinte exemplo para demonstrar o que é para mim um erro ou algo imperfeito: começar a escrever um post sempre da mesma maneira.
Neste blogue, nem tenho perdido muito tempo a pensar nisso. Mas posso dar-vos um exemplo concreto do que é começar algo sempre da mesma maneira e portanto sem variar. Reparem então no programa de rádio Governo Sombra. O coordenador do programa é Carlos Vaz Marques, e ele começa cada programa da mesma maneira, sempre! "Esta semana...", "Esta semana...", "Esta semana...". Isto irrita-me verdadeiramente! Será que ele tinha de começar todos aqueles programas da mesma maneira?! Bom, dantes ele tinha outra maneira; dizia sempre, "Viva sejam bem-vindos", "Viva sejam bem-vindos", "Viva sejam bem-vindos". Cada vez que começava o programa era certo que só iria ouvir da boca dele palavras novas a seguir a um "Viva sejam bem-vindos"... Aquilo já nem pareciam palavras distintas, parecia antes um som estranho e complexo.
E é este tipo de pormenores a que chamo de imperfeição.
Aparte: Imperfeito foi também este post em comparação com os outros. Não me importei tanto com as imperfeições do texto. Refiro-me à escrita em geral: às vírgulas, ao vocabulário, à estrutura do texto, etc. Mas pelo menos escrevi algo e consegui arranjar coragem para publicar. :)
E para mim é muito fácil errar. Basta o seguinte exemplo para demonstrar o que é para mim um erro ou algo imperfeito: começar a escrever um post sempre da mesma maneira.
Neste blogue, nem tenho perdido muito tempo a pensar nisso. Mas posso dar-vos um exemplo concreto do que é começar algo sempre da mesma maneira e portanto sem variar. Reparem então no programa de rádio Governo Sombra. O coordenador do programa é Carlos Vaz Marques, e ele começa cada programa da mesma maneira, sempre! "Esta semana...", "Esta semana...", "Esta semana...". Isto irrita-me verdadeiramente! Será que ele tinha de começar todos aqueles programas da mesma maneira?! Bom, dantes ele tinha outra maneira; dizia sempre, "Viva sejam bem-vindos", "Viva sejam bem-vindos", "Viva sejam bem-vindos". Cada vez que começava o programa era certo que só iria ouvir da boca dele palavras novas a seguir a um "Viva sejam bem-vindos"... Aquilo já nem pareciam palavras distintas, parecia antes um som estranho e complexo.
E é este tipo de pormenores a que chamo de imperfeição.
Aparte: Imperfeito foi também este post em comparação com os outros. Não me importei tanto com as imperfeições do texto. Refiro-me à escrita em geral: às vírgulas, ao vocabulário, à estrutura do texto, etc. Mas pelo menos escrevi algo e consegui arranjar coragem para publicar. :)
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